Os dados apontam que o impacto fiscal das medidas de enfrentamento da pandemia de Covid-19 no resultado primário, até o momento, é de R$ 620,5 bilhões. As informações foram divulgadas na décima apresentação realizada pelo Ministério da Economia com a prestação de contas dos impactos fiscais decorrentes do combate aos efeitos da crise do novo coronavírus na economia.
A apresentação trouxe a primeira projeção do impacto das medidas de combate à pandemia para 2021. Do montante total de despesas, R$ 31,6 bilhões correspondem a inscrições em restos a pagar e reabertura de créditos.
Considerando-se a grade de parâmetros da Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia, com estimativa de variação anual do Produto Interno Bruto (PIB) de +3,2% para 2021, os R$ 31,6 bilhões que serão executados em 2021 correspondem a 0,4% do PIB.
O impacto das medidas de enfrentamento à pandemia no resultado primário em 2020 é decorrente de redução de arrecadação no montante de R$ 26,5 bilhões e de elevação de despesas que somaram R$ 594,2 bilhões. As despesas em execução orçamentária atingem R$ 590,1 bilhões e as despesas sem dotação orçamentária, R$ 4,2 bilhões.
As maiores despesas em execução orçamentária se referem ao seguintes pontos:
Leia também: PROJETO DE LEI PARA AUMENTAR OS RECURSOS DO FUNDO QUE GARANTE EMPRÉSTIMO A PEQUENOS NEGÓCIOS É APROVADO NA CÂMARA.
Fonte: Ministério da Economia
Escrito por: WD House / Assessoria de Imprensa Amaral contabilidade